A que deve atender ao utilizar um cinto de segurança?
O cinto de segurança não deve estar torcido
O cinto de segurança deve ser esticado firmemente depois de aplicar
Um cinto de segurança danificado tem de ser substituído
Ao usar o cinto de segurança, o objetivo é que ele consiga “segurar” o corpo de forma eficaz numa travagem forte ou num acidente. Por isso as três afirmações estão certas.
O cinto não deve estar torcido porque uma torção faz com que a força fique concentrada numa área menor do corpo e o cinto pode “cortar” mais, além de assentar pior e prender menos bem. Regra prática: a faixa deve ficar plana e lisa ao longo do ombro e do peito.
O cinto deve ficar bem ajustado ao corpo porque folgas aumentam o “avanço” do corpo antes de o cinto travar, elevando o risco de bater no volante/tablier e aumentando as forças sobre o corpo quando o cinto finalmente estica. Ajuste correto: a faixa inferior deve ficar baixa e bem apoiada sobre os ossos da anca (não sobre a barriga) e a faixa diagonal deve passar pelo meio do ombro e pelo peito (não pelo pescoço nem por baixo do braço). Casacos grossos e roupas volumosas também criam folga; o ideal é apertar o cinto sobre a roupa e reduzir a folga ao máximo.
Um cinto danificado tem de ser substituído porque cortes, desgaste, costuras abertas, fecho que não trava bem, retrator que não enrola corretamente ou um cinto que esteve sob grande carga num acidente podem falhar quando mais precisa. Se notar qualquer defeito ou se o veículo teve colisão que pode ter tensionado os cintos, a regra é mandar verificar e substituir conforme necessário, não “improvisar” ou continuar a usar.